6/30/2011

[LUIZINHO] O Pequeno Polegar



Luiz Trochillo

Imagine uma torcida apaixonada, fervorosa, fanática pelo seu clube de coração, uma torcida explosiva, contagiante, presente e fiel. Imagine agora um jogador irreverente, com o eterno espírito de um moleque, atrevido e carismático, com uma habilidade ímpar. Imagine este jogador passando o pé sobre a bola, dando um corte seco no adversário, passando a bola entre suas pernas e em seguida repetindo o mesmo drible com a naturalidade de uma criança que domina o seu brinquedo...

"Quando a bola chegava aos meus pés, o Pacaembu inteiro fazia silêncio. Então depois de um drible curto, uma finta seca, todos explodiam em um só grito: Êeeee!"

Agora tente imaginar a relação da torcida com este jogador, que além de menino, também torcia pelo clube onde jogava, foi criado dentro do clube praticamente, observando seus ídolos, sem imaginar que um dia seria um deles, ou talvez, o maior deles! No fim dos anos 40 o Timão costumava disputar partidas preliminares antes dos jogos principais, as tardes de futebol de domingo começavam mais cedo para a Fiel, que lotava o Pacaembu para ver Luiz Trochillo, ou “Luizinho, o Pequeno Polegar” proporcionar seus verdadeiros bailes nas defesas adversárias.

Nascido em 07 de março de 1930 no Brás, Luizinho foi criado nas proximidades do Parque São Jorge, desde os 7 anos de idade, contemplando seus ídolos Servilio e Teleco. Começou a dar seus primeiros chutes na bola com 12 anos no Juvenil Cachoeira, um time local, depois se destacou no infantil do Maria Zélia, ao lado de Roberto Balangero, Cabeção e Colombo, até todos serem levados por um diretor para o Corinthians, onde se tornariam ídolos. E Luizinho, da altura de seus 1,64m e 54 kilos, calçando chuteiras 39 e dobrando o calção na cintura para não passar dos joelhos, cairia nas graças da Fiel Torcida.

Vindo de uma família que trazia o Corinthians no sangue, seu Pai Gabriel Luiz Trochillo, comerciante no Mercado Municipal, era torcedor fanático. Uma vez chegou a discutir com um dentista palmeirense pelo fato de ter arrancado um dente do garoto Luizinho às vésperas de um jogo importante pelo campeonato de aspirantes contra o próprio Palmeiras, o que tirou o menino do jogo. A paixão pelo Timão era tanta, que tentaram até esconder a origem italiana do nome de Luizinho, devido a identificação italiana com o Palmeiras, tentaram “espanholizar” o nome para Trujillo.

Elenco corinthiano de 1950
Em pé, da esquerda para a direita, vemos Idário, Olavo, Gilmar, Goiano, Homero e Roberto.
Agachados estão Cláudio, Luizinho, Baltazar, Carbone e Simão

O Corinthians já não era campeão há algum tempo e houve uma renovação no time, promovendo jovens jogadores do time de aspirantes, entre eles Luizinho. O jogo de estréia com a camisa do Corinthians ocorreu em 28 de Novembro de 48, um amistoso na cidade de Lorena/SP na vitória do Timão por 5x1 contra o Hepacaré, com direito a um gol de Luizinho. O craque, porém considerava sua estréia num jogo contra o São Paulo em Agosto de 1949 pelo Campeonato Paulista daquele ano, novamente Luizinho marcara um gol.  

Poucos clubes na história do futebol mundial tiveram a oportunidade de ter em campo e por um longo período três de seus maiores ídolos, o Corinthians foi um desses poucos, com o trio Cláudio, Baltazar e Luizinho, que fizeram parte do esquadrão de ouro do futebol alvinegro e trouxeram muitas alegrias à torcida. Depois de uma campanha irregular no Campeonato Paulista de 1949, o Corinthians surpreendeu e de forma invicta conquistou o título de Campeão do Torneio Rio São Paulo de 1950, depois de vencer todos os adversários, o Corinthians empatou em 1x1 com o Botafogo no estádio do Pacaembu, em 15/02/50 Luizinho conquistava o primeiro título como profissional do Corinthians.

O Corinthians já amargava um jejum de títulos Paulistas por quase dez anos e a Fiel estava ansiosa para comemorar uma conquista, dentro de campo o Timão não decepcionou, fez uma campanha excepcional, seu ataque marcou 103 gols em apenas 28 partidas. O jogo final daquele ano foi contra o Palmeiras, vítima preferida de Luizinho, que sempre levantava a torcida nas arquibancadas com seus dribles fantásticos, especialmente diante do alviverde, do qual ficou conhecido como um dos maiores carrascos.

A tarde de domingo de 27 de Janeiro de 1952 marcaria não só o primeiro título Paulista de Luizinho, como também o fim de um jejum de quase uma década sem títulos, e o título não poderia ser melhor conquistado do que com uma vitória sobre o rival. O Timão passou por cima do Palmeiras, venceu por 3x1 com gols de Carbone, Jackson e do próprio Luizinho, este um gol especial, feito de letra antes dos 30 minutos do primeiro tempo, para delírio da torcida do Corinthians.

Em 1952 o Corinthians realiza sua primeira excursão à Europa, e faz bonito no "Velho Mundo" perdeu a partida de estréia para o Besiktas da Turquia por 1x0, mas em seguida ficou 15 partidas invicto, com destaque para goleadas sobre o Fenerbahce por 6x1, sobre a Seleção de Gotemburgo por 9 x 3 e contra o Galatasaray por 4 x 2. Não havia troféu em disputa nos amistosos do Timão, mas a campanha arrasadora rendeu o título de "Faixa de Ouro do Futebol Brasileiro".

E foi justamente na Suécia, que encantados com o futebol moleque e alegre de Luizinho e também devido sua estatura, 1,64m que os Suecos compararam o “mignon avante Corintiano” pela primeira vez com o personagem do "Pequeno Polegar" um conto de fadas retratado pelo escritor francês Charles Perrault, onde o filho de um lenhador, pequenino a ponto de ser comparado com o dedo de uma mão enganava um Ogro, o mesmo que fazia Luizinho dentro de campo, diante de seus marcadores com seus dribles fantásticos.

Taça Cidade de São Paulo

A Taça Cidade de São Paulo começou a ser disputada em 1942 sempre com os três melhores colocados do Campeonato Paulista do ano anterior, ficaria em definitivo com o Clube que a conquistasse por cinco vezes alternadas. O Timão venceu em 42, 43, 47 e 48 e em 1952 disputou a taça com o Palmeiras numa partida que entrou para a história dos dois Clubes, tanto pela goleada imposta pelo Timão sobre o rival, 5 x 1 com 4 gols de Carbone e 1 de Claudio e sobretudo pelo “baile” imposto por Luizinho dentro de campo. Com o resultado conquistado naquela quarta-feira, 27 de Agosto de 1952, o Timão conquistou em definitivo a posse da Taça que agora ficaria para sempre no Parque São Jorge. 
Este jogo também ficou muito conhecido pela “lenda” da sentada na bola, o Palmeiras havia contratado um centromédio argentino por nome de Luiz Villa, jogador grandalhão, mas que jamais apelava para a violência. Este tinha a missão de tentar parar o “Pequeno Polegar” e neste jogo reza a lenda que Luizinho havia aplicado sucessivos dribles no argentino, passando a bola diversas vezes entre suas pernas, o que o fez cair no chão e então Luizinho havia chegado ao extremo de sentar-se literalmente na bola para esperar seu marcador se levantar, para continuar a driblá-lo.

Cartaz de divulgação do jogo Corinthians x Palmeiras
 

A atuação de Luizinho nesta partida foi muito elogiada, inclusive o Jornal Mundo Esportivo publicou o seguinte comentário: “Com sua fenomenal intuição malabarística, com raciocínios lampejantes e pernas que seguem o ritmo que lhes impõe o cérebro, quando acerta, quando a massa encefálica está fresca e criadora, é irresistível”.

Muitas tinham sido as batalhas entre os dois, Luizinho com sua maestria pelo drible, pelo futebol atrevido e Villa pela sua experiência e classe, mas definitivamente naquela noite Luizinho fora além, e brincara com o Argentino como uma criança brinca com um brinquedo, arrastando-o de um lado para o outro.

Luizinho nunca chegou a admitir a sentada na bola, mas também nunca desmentiu, preferia dizer apenas que tinha driblado o adversário ou às vezes era irônico ao comentar o fato, dizendo: “Garoto novo não tem juízo” ou ainda “Não me lembro, acho que escorreguei e cai sentado”. O certo mesmo é que Luizinho era um artista com a bola nos pés e seus dribles eram espetáculo dentro de campo, logo não poderia deixar de virar “lenda”.  


Paulista de 52

O último jogo do Paulista de 52 foi um clássico entre Corinthians e São Paulo, o Timão já era Campeão naquela ocasião, porém o São Paulo vencia o jogo por 2 x 0 e foi ai que entrou em cena, o então Presidente do Corinthians, Alfredo Trindade, que não admitia perder para o Tricolor de forma nenhuma.

No intervalo o Presidente reuniu os jogadores e disse que eles não tinham vergonha na cara, que milhares de Corinthianos internados em hospitais esperavam pela vitória com seus radinhos nos ouvidos. “Dopados” psicologicamente, Luizinho e companhia viraram o placar para 3x2 abrilhantando ainda mais a conquista do Bicampeonato Paulista. daquele ano. Um mês depois da conquista, Corinthians voltou a vencer o São Paulo pelo mesmo placar o que rendeu a Taça de “Campeão do Torneio das Missões”.

Torneio Rio São Paulo

O Corinthians se sagrou Campeão do Torneio Rio São Paulo de 1953, mesmo sem entrar em campo na última rodada. Depois de uma boa campanha o Timão perdeu para o Vasco por 1x0, entretanto na rodada seguinte se beneficiou da derrota do mesmo Vasco para o Santos pelo placar de 3x2 e da derrota do São Paulo para a Portuguesa 1x0, desta feita, Luizinho e o Corinthians levavam mais um troféu para o Parque São Jorge.

Primeiro Título Internacional

Em 53 o Corinthians participou da “Pequena Taça do Mundo” torneio realizado na Venezuela que reuniu além do Timão, Seleção de Caracas, o Roma da Itália e o favorito Barcelona, entretanto, o Timão desbancou todo mundo, vencendo turno e returno e se sagrando Campeão de forma invicta. O título foi confirmado na vitória de 1 x 0 sobre o poderoso Barcelona, Luizinho foi o artilheiro do torneio com 5 gols em seis partidas disputadas, o que lhe rendeu uma taça de goleador da competição, souvenir este que decorou a sala de sua casa até seus últimos dias de vida. 
Campeão por 100 anos

O Título de Campeão Paulista de 54 tinha um valor especial, era o ano do aniversário do IV Centenário da Cidade de São Paulo, o que dava um charme maior à conquista. O próprio Luizinho chegou a declarar quando questionado sobre o título mais importante que tinha conquistado: "Foi aquele que vale por 'cem anos', o do IV Centenário". A Cidade amanheceu ansiosa, todos queriam assistir a decisão. Ao Corinthians bastava o empate para comemorar o título, aconselhado por um pai de Santo, o Verdão, “azulou” e entrou em campo vestido com um uniforme azul.

“A Gente ficou olhando aquilo e ficou se perguntando: Mas que merda é essa?”

Divertiu-se Luizinho com a superstição dos adversários, mas quando a bola rolou o azar foi do Palmeiras, Luizinho, o carrasco estava em campo e logo aos 10 minutos marcou o primeiro gol da partida! Corinthians 1 x 0 Palmeiras.

Elenco Campeão do IV Centenário
Gilmar, Rafael, Goiano, Homero, Idário, Alan, Nonô,
Roberto, Simão, Luizinho, Cláudio e Oswaldo Brandão
.

Aquele fora o 14º gol de Luizinho dos 55 que o Timão fez, Luizinho fora também um dos jogadores que participaram das 26 partidas do certame e mesmo com o Palmeiras empatando o jogo, o Timão segurou o resultado e naquela tarde ensolarada de 06 de Fevereiro de 55 o Corinthians se sagrou Campeão do IV Centenário, como já tinha conquistado o título do Centenário da Independência, o Timão ficou conhecido como o Campeão dos Centenários, aquele, porém seria o último título antes do árduo jejum que só terminaria em 77.  

Apesar de sua estatura franzina, e além de possuir um talento sem igual com a bola nos pés, Luizinho também possuía uma personalidade forte, não dispensava uma boa peleia, em 1955 em partida válida pelo Rio São Paulo diante do Santos, o arbitro Antônio Musitano o expulsou de campo, o repórter Silvio Luiz da TV Record, veio entrevistar Luizinho na saída do gramado, no que ele esbravejou ao microfone;

“Foi tudo culpa daquele gaveteiro Filho da Puta”


Assim o Pequeno Polegar se tornou o primeiro jogador de futebol a falar um palavrão durante uma transmissão ao vivo pela televisão, o palavrão de Luizinho chegou inclusive a ser assunto na Câmara Municipal de São Paulo que discutiu um projeto de lei para proibir repórteres à beira do gramado.

Já em 1957 o Pequeno Polegar se envolveria em outra confusão, desta vez com o centroavante Gino do São Paulo. Em partida do primeiro turno daquele ano os dois trocaram farpas durante todo o jogo, com Gino ofendendo inclusive a família do pequeno Corintiano, durante a semana, Luizinho e Gino acabaram se encontrando em visita à casa de Alfredo Ramos, zagueiro do Corinthians na época, que havia fraturado a perna. Novamente os dois se provocaram e Gino, que podia ser considerado um gigante, de 1,81m diante de Luizinho, partiu para cima do Corintiano, que não se fez de rogado, atirando um tijolo na testa do São Paulino. Tempos depois Manoel da Nóbrega que tinha um programa na TV que promovia reconciliações entre desafetos, reaproximou os dois jogadores, que se abraçaram como velhos amigos.

Luizinho chegou a ser técnico do Corinthians, dirigiu o alvinegro em 32 partidas, 12 vitórias, 12 empates e 8 derrotas, entretanto diferente do sucesso que teve com a bola nos pés ele se descobriu sem o dom para a carreira de treinador. 
Luizinho era tão querido pela torcida, que em uma ocasião nos anos 50 o Presidente Alfredo Trindade recebeu uma oferta do Atlético de Madrid para comprar seu passe, a resposta do mandatário alvinegro foi curta e grossa:

“Se eu vendê-lo a torcida me mata e incendeia o Parque São Jorge”

Luizinho jogou no Corinthians de 1948 a 1960, quando foi emprestado ao Juventus e retornou ao Corinthians em 1964, jogando ainda mais três anos, até 1967, quando encerrou a sua carreira.

As poucas Chances na Seleção


Se no Corinthians Luizinho era sinônimo de arte com a bola nos pés, na seleção ele não gozava de tanto prestigio assim, sobretudo pelo bairrismo que imperava na época Mesmo assim o Pequeno Polegar defendeu a seleção em algumas oportunidades, em 1956, por exemplo, teve uma belíssima atuação em um jogo do Brasil com a Argentina, inclusive marcando o gol da vitória da seleção Brasileira, o que rendeu uma manchete inusitada do jornal “El Clarin”: “El Tiquitito número Ocho nos destrozó

Em outra oportunidade no mesmo ano contra a Tchecoslováquia no Pacaembu, Luizinho só faltou fazer chover com seus dribles espetaculares e uma tabela sensacional de cabeça com Zizinho deixando os beques grandalhões perdidos em campo, o que levantou a torcida, maioria corintiana que havia ido ao jogo apenas para vê-lo em campo, toda vez que servia a seleção tentava a todo custo agradar e conseguia, afinal era um gênio com a bola nos pés.

Apesar disso acabou sendo esquecido da relação dos convocados para a Copa de 1958, em detrimento a Luizinho fora convocado Moacir do Flamengo, um jogador mediano, Luizinho desanimado então chegou a dizer que não vestiria mais a camisa da Seleção Brasileira, dali para frente se dedicaria apenas ao Corinthians.  

Em 1994 por sugestão do jornalista Romano Netto, da Gazeta do Tatuapé, o Corinthians proporcionou uma homenagem ao ídolo da década de 50, concedendo uma estátua de Luizinho para ornamentar os jardins do Parque São Jorge, honraria até então somente concedida a Neco, o primeiro ídolo já da longínqua década de 20.

Aproximadamente 600 pessoas, entre torcedores, sócios do clube, diretores e companheiros da década de 50 estiveram presentes na homenagem, ao retirar a bandeira que cobria seu busto, Luizinho a beijou e chorou emocionado.

“Posso dizer que o Corinthians e eu estamos empatados. O Clube me deu tudo e eu dei minha vida pelo Clube”

Em 1996 outra homenagem muito bonita foi feita a Luizinho, naquele ano o Corinthians havia contratado o atacante Edmundo e sua estréia com a camisa 8 do Timão foi feita em um amistoso contra o Coritiba no estádio do Pacaembu, e Luizinho começou a partida, completando assim 606 jogos com a camisa do Corinthians, ainda nos minutos iniciais ele a passou para Edmundo. Esta última homenagem proporcionou a Luizinho a quebra de outro recorde, se tornou o jogador mais velho a defender as cores do Timão em campo, com 65 anos de idade, uma justa homenagem aquele que fora um dos maiores ídolos da história do Corinthians. 
O adeus

Os sons das ruas nas proximidades do Parque São Jorge onde fora criado, dos risos proporcionados por tantas brincadeiras de menino, de suas travessuras com a bola nos pés, transformando os adversários em escravos de sua imaginação, o som das arquibancadas que aplaudia sua audácia, seus dribles desconcertantes, a alegria das tardes de domingo no Pacaembu, o som das grandes vitórias e conquistas, dos jogos e do tempo fizeram apenas um segundo de silêncio na madrugada do dia 17 de Janeiro de 1998. Um sábado à 1h:30m o coração de Luizinho, nosso Pequeno Polegar, parava de bater, mas no instante seguinte, sua vida se perpetuava em nossas lembranças, afinal o menino, o moleque passaria a viver eternamente em nossos corações!

3 comentários:

Maurício disse...

É o maior jogador da história do Corinthians. Grande ídolo do meu pai, jogador que dava espetáculos como ninguém, atuava em um time vencedor, técnico e raçudo, além de não dispensar elogios ao time. Precisava mais pra ser um grande ídolo? Injustiçado na Seleção Brasileira, pois além de ser um gênio, era um craque acostumado a disputar partidas internacionais, portanto tenho certeza que se sairia bem caso disputasse uma Copa do Mundo. Luizinho Pequeno Polegar, eternamente em nossos corações.

Maurício disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Maurício disse...

É o maior jogador da história do Corinthians. Grande ídolo do meu pai, jogador que dava espetáculos como ninguém, atuava em um time vencedor, técnico e raçudo, além de não dispensar elogios ao time. Precisava mais pra ser um grande ídolo? Injustiçado na Seleção Brasileira, pois além de ser um gênio, era um craque acostumado a disputar partidas internacionais, portanto tenho certeza que se sairia bem caso disputasse uma Copa do Mundo. Luizinho Pequeno Polegar, eternamente em nossos corações.

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